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Gramado ruim da Vila Belmiro e do CT incomoda comissão técnica do Santos

A má condição do gramado da Vila Belmiro, que sofreu com poças de água e falhas na drenagem no jogo contra o Bahia, não é o único problema do Santos. O técnico Cuca revelou que o campo do Centro de Treinamento Rei Pelé também apresenta buracos e desníveis, dificultando a rotina e o trabalho diário da equipe.

Para evitar que os jogadores fiquem desmotivados ou apenas reclamem da estrutura, Cuca tenta usar a situação como um desafio de adaptação. O treinador argumenta com o elenco que um campo ruim acaba favorecendo o atleta que tem mais técnica, pois ele consegue dominar a bola e consertar jogadas imperfeitas. Apesar do discurso motivacional, ele admite que o gramado irregular prejudica bastante o estilo de jogo do time, que aposta na velocidade, nos dribles e em passes curtos.

A diretoria do clube promete reformar a Vila Belmiro e o CT em dezembro, instalando um gramado híbrido, que mistura grama natural com fibras sintéticas. Enquanto isso, o Peixe volta a jogar em casa nesta quarta-feira contra o Palmeiras, às 19h30, após tentar, sem sucesso, transferir a partida para o estádio do Corinthians.

A realidade dos gramados e as chuvas em Rondônia

O problema enfrentado por grandes clubes de São Paulo é uma realidade muito comum no futebol rondoniense. Durante o período de chuvas intensas na Amazônia, times locais enfrentam desafios enormes com a drenagem em estádios como o Aluízio Ferreira, em Porto Velho, ou no interior do estado.

Assim como o técnico Cuca destacou no cenário nacional, os jogadores de Rondônia também precisam demonstrar muita habilidade técnica e força física de adaptação para superar as poças, a lama e os desníveis. Isso mostra que a qualidade dos gramados é um fator fundamental para garantir um bom espetáculo esportivo e a segurança dos atletas em qualquer região do Brasil.

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