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Estado Islâmico mata 34 soldados e milicianos sírios

Um deles foi decapitado pelos jihadistas, enquanto 12 combatentes do EI morreram em enfrentamentos com seus rivais, nos quais também foram registrados feridos em ambos os lados, mas o número ainda é desconhecido.

O grupo terrorista publicou em um aplicativo fotografias das vítimas, nas quais é possível ver vários soldados mortos em uma área desértica.

Os radicais também mostraram a suposta decapitação de um dos soldados do governo sírio, além de imagens do ataque com veículos blindados que lançaram contra as forças sírias.

Segundo o OSDH, este é o maior contra-ataque contra as tropas sírias em Al Raqqa, onde estavam avançando e tinham conquistado várias localidades no sudeste da província, em sua tentativa de se aproximarem do limite com a vizinha Deir ez Zor, controlada quase totalmente pela Organização para a Libertação do Levante, o antigo braço sírio da Al Qaeda.

Neste ataque, o EI recuperou terreno na região entre as localidades de Ganim al Ali e Al Sabja, situadas perto do rio Eufrates. Com informações da Agência Brasil.

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