Eleições – A “Hora H” está chegando. É impossível fugir do tema, dada a sua relevância para o futuro do País: estão em jogo a Presidência da República, os governos estaduais, duas cadeiras no Senado por Estado, a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas. Vale lembrar que os mandatos municipais seguem intactos, já que prefeitos e vereadores foram eleitos em 2024 para a gestão 2025–2028. Do ambiente de trabalho às reuniões de família, da conversa de bar ao transporte coletivo, o assunto é um só: as eleições do próximo domingo. Em Rondônia, o eleitor definirá dois novos senadores, oito deputados federais e renovará as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa — onde 21 parlamentares tentam a reeleição.
Campanha nas ruas – Trafegar pelas principais vias de Porto Velho, seja na região central ou nas zonas Leste e Sul, transformou-se em um teste diário de paciência. O trânsito da capital, historicamente complicado, ganha contornos caóticos com abusos diários de motoqueiros (que não devem ser confundidos com motociclistas conscientes) — excesso de velocidade, ultrapassagens pela direita, avanço de sinal vermelho e estacionamento proibido. Para completar, os cruzamentos foram tomados pelas tradicionais “formiguinhas” agitando bandeiras, quase sempre acompanhadas por carros de som com volume muito além do tolerável. Em ritmo de carnaval fora de época, militantes de diferentes chapas disputam o mesmo metro quadrado, castigando os tímpanos dos motoristas e pedestres até altas horas.
Corrida pelo Governo – A sucessão estadual é o centro das atenções do eleitorado rondoniense. Seis nomes disputam o Palácio Rio Madeira. As pesquisas apontam quatro candidaturas com chances reais de avançar, sem que as demais possam ser totalmente desconsideradas. O quadro traz dois ex-prefeitos reeleitos que cumpriram mandatos consecutivos: Hildon Chaves (União Brasil), que administrou
Fonte: Rondônia Dinâmica



















