quarta-feira, outubro 7, 2026
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Sem Messi, Argentina foca na renovação do técnico Lionel Scaloni

Após a despedida do camisa 10, a Associação do Futebol Argentino (AFA) negocia a permanência do treinador para liderar a seleção em um novo ciclo.

O técnico Lionel Scaloni, vestindo traje esportivo da seleção argentina, gesticula à beira do gramado enquanto orienta a sua equipe durante uma partida oficial.

Encerrada a era Lionel Messi dentro de campo, a Argentina agora se volta para outra definição importante visando o início de um novo ciclo. O técnico Lionel Scaloni tem contrato somente até dezembro de 2026 e já negocia com a Associação do Futebol Argentino (AFA) a sua renovação para continuar à frente da seleção. As conversas começaram oficialmente, e há um forte otimismo pela permanência do treinador.

O desafio da reconstrução

Depois da despedida de Messi na vitória por 3 a 0 em um amistoso contra o Benim, na última terça-feira, no Monumental de Núñez, Scaloni falou sobre o desafio de reconstruir a equipe sem o seu principal ídolo e deu mais um sinal claro de que pretende continuar no cargo. A intenção de ambas as partes é dar continuidade ao trabalho histórico iniciado em 2018.

“A única maneira de compensar (a ausência do Messi) é com um grande time, em que todos aportem seu grãozinho de areia. A gente tinha a genialidade dele para abrir um jogo, agora temos que fazer isso com bons jogadores. […] Fico com isso porque, se tudo der certo, vou estar sentado, seguirei sendo o treinador. E o legado que ele deixa é enorme”, afirmou Scaloni.

Negociações avançadas para o novo ciclo

Apesar de o vínculo atual terminar em dezembro de 2026, as negociações pela permanência avançaram rapidamente durante a última Data Fifa. No dia 25 de setembro, o presidente da AFA, Claudio “Chiqui” Tapia, e o treinador tiveram a primeira conversa oficial para tratar do assunto, um movimento que foi tornado público pela própria entidade.

A imprensa argentina aponta um cenário altamente favorável para o acordo. A proposta discutida prevê, inicialmente, mais dois anos de contrato (até a Copa América de 2028), com a possibilidade de extensão por outras duas temporadas, o que levaria o comandante até a Copa do Mundo de 2030, consolidando a era pós-Messi sob a sua liderança técnica.

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