Engano em material referente a reportagem sobre casal homoafetivo que abusou sexualmente de bebê de cinco meses.
Foi inserido por equívoco o nome da Diretora de Cartório Caroline da Silva Modesto como se fosse a juíza prolatora da decisão. No entanto a prolatora da decisão é a juíza de Direito Cláudia Mara da Silva Faleiros Fernandes, da 2ª Vara Criminal de Ariquemes.
Nota de Esclarecimento:
O jornal eletrônico Rondoniaqui News vem a público prestar esclarecimento a fim de retratar a informação equivocada anexada à matéria “Casal homoafetivo é condenado por abusar sexualmente de bebê de apenas cinco meses”. publicada no dia 10 de setembro de 2019.
O equívoco de ordem material está relacionado à menção de Caroline da Silva Modesto como juíza de Direito prolatora da decisão que referendou a matéria em questão, quando, na realidade, esta figura como diretora de Cartório na Comarca de Ariquemes.
A magistrada responsável pela sentença, na realidade, chama-se Cláudia Mara da Silva Faleiros Fernandes, que, no caso, atuou pela 2ª Vara Criminal da região citada.
Desta forma este jornal pede desculpas à servidora Caroline da Silva Modesto, ressaltamos que dificilmente cometemos erros com este, mas neste caso não medimos esforços para corrigi-los.
O empreendimento entende que a responsabilidade acerca do segredo de Justiça é do próprio Poder Judiciário, que, neste caso, veiculou todas as informações no meio utilizado para a mais ampla publicização dos atos oficiais: o Diário Oficial.
Segue a baixo a correção da matéria:
Casal homoafetivo é condenado por abusar sexualmente de bebê de apenas cinco meses























