Mais de 1,2 mil cortantes ou perfurantes foram apreendidas durante a “Operação Príncipe da Beira”, realizada nesta quinta-feira (19), no Presídio Agenor Martins de Carvalho, em Ji-Paraná (RO), na Região Central. O balanço da operação foi divulgado pelo Exército Brasileiro durante uma coletiva de imprensa na Unidade de Segurança Pública Integrada (Unisp), durante a noite.
No total foram apreendidos 468 objetos cortantes, 786 instrumentos perfurantes, 55 porções do que o Exército acredita ser maconha e cocaína, 27 cachimbos para consumo de drogas, além de um celular, carregadores e chips. Totalizando mais de 2 mil objetos ilícitos ou proibido s.
De acordo com o general da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, Eduardo Leal de Oliviera, os apenados foram retirados das delas antes da varredura.
“A partir daí, os homens do Exército, Marinha e Aeronáutica entram nas celas, sem ter nenhum contato com o condenado, nem mesmo visual”, afirma Leal.
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Autoridades falam durante coletiva sobre operação (Foto: Marco Bernardi/G1)
Os objetos ilícitos e proibidos localizados nas celas foram levados para a sala de catalogação.
“Ilícitos são entorpecentes e armas. Se uma cela tem oito aparelhos de televisão, sendo que só um aparelho é permitido, sete deles são considerados proibidos”, explica o general.
Cerca de 320 militares das Forças Armadas e 110 integrantes dos órgãos de segurança pública estadual participaram da ação. Foram atualizados detectores de minas e detectores de equipamentos eletrônicos, além de seis cães farejadores.

















