Manifestantes bloqueiam BR 364 por causa de tarifas de pedágio

Manifestantes fecham o quilômetro 563 da rodovia federal para protestar contra as tarifas do novo pedágio e os planos de desocupação de terras na região.

APolícia Rodoviária Federal (PRF) inicia nesta sexta-feira a Operação Finados 2021. Durante todo o feriado prolongado, a instituição reforçará o policiamento ostensivo em locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade. O intuito é garantir aos usuários das rodovias federais segurança, conforto e fluidez do trânsito.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou o fechamento total da BR 364 no quilômetro 563, em Rondônia, na tarde desta quarta-feira (28). O bloqueio interrompe o fluxo de veículos em um dos principais eixos logísticos do estado.

De acordo com o Centro de Comando e Controle Regional da PRF, os manifestantes reivindicam a revogação imediata de um plano de desocupação de terras. O grupo também demonstra forte insatisfação com os valores das tarifas do novo pedágio na rodovia.

A interrupção do tráfego ocorre em um ponto estratégico para o escoamento da produção regional. Agentes federais já foram deslocados para o local com o objetivo de negociar a liberação da pista e garantir a segurança dos usuários da via.

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Historicamente, a BR 364 é palco de manifestações devido à sua importância para a economia de Rondônia. O aumento nos custos de transporte pelo pedágio tem gerado debates entre motoristas, moradores e o setor produtivo nas últimas semanas.

Até o momento, não há previsão para a liberação do trecho interditado. A PRF orienta que os motoristas evitem o deslocamento pela região ou busquem rotas alternativas, uma vez que o congestionamento começa a se formar nos dois sentidos.

O governo federal e as autoridades de segurança pública monitoram a situação para evitar possíveis conflitos. A pauta sobre as desocupações de terras é um tema sensível que envolve decisões judiciais e impactos sociais diretos no interior do estado.

Este bloqueio reflete a tensão entre as novas concessões rodoviárias e a população local. A continuidade do protesto pode afetar o abastecimento de cidades vizinhas e o transporte de cargas perecíveis que utilizam a rodovia diariamente.

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