A Polícia Federal protocolou ao STF (Supremo Tribunal Federal) de forma reservada, em março, a quebra do sigilo telefônico do presidente Michel Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia).
O ministro do Supremo responsável por analisar o pedido é Edson Fachin, que o remeteu à Procuradoria-Geral da República para análise. Ainda segundo O Globo, a procuradora Raquel Dodge avalizou a quebra dos sigilos de Padilha e Franco, mas não o de Temer. A decisão caberá a Fachin.
Segundo delações de executivos da Odebrecht, os R$ 10 milhões teriam sido entregues em dinheiro vivo no escritório de José Yunes, amigo próximo de Temer, e também no Rio Grande do Sul.






















