Em meio a um embate interno no PSL, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que não pretende retaliar deputados federais do grupo do presidente nacional da sigla, Luciano Bivar, e questionou de que lado eles ficarão às vésperas das eleições municipais de 2020.
Em sua última manhã no Japão, de onde embarcará para a China, ele chamou os defensores do dirigente da sigla de “radicais” e disse que, na opinião dele, a situação no partido “serenou” após a definição de seu filho Eduardo Bolsonaro (SP) como líder do partido na Câmara dos Deputados.
“Os defensores de Luciano Bivar, os radicais, estão dizendo que vão continuar me apoiando. Afinal de contas, querem disputar a prefeitura no ano que vem e eu pergunto: eles querem aparecer na fotografia comigo ou com Bivar?”, questionou.
Desde o início do mês, Bolsonaro tem protagonizado uma disputa com o presidente nacional do PSL. A queda-de-braço já levou ao afastamento dos deputados federais Delegado Waldir (GO) e Joice Hasselmann (SP), do grupo de Bivar, de funções de líderes.























