domingo, março 1, 2026
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Vacina contra Mpox está disponível no SUS apenas para grupos prioritários; entenda

Imunizante é aplicado de forma estratégica e seletiva, voltado para pessoas com maior risco de exposição ao vírus ou de desenvolver formas graves da doença. Ainda não há indicação de vacinação em massa para toda a população.

O governo de Rondônia informou que a vacina contra a Mpox está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), mas não faz parte do calendário de rotina. O imunizante é aplicado de forma estratégica e seletiva, voltado para pessoas com maior risco de exposição ao vírus ou de desenvolver formas graves da doença.

Em Rondônia, a estratégia segue as diretrizes do Ministério da Saúde e é executada pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa). O objetivo é proteger grupos vulneráveis, reduzir a transmissão e fortalecer a resposta do sistema de saúde diante de casos suspeitos e confirmados.

Não há indicação de vacinação em massa para toda a população. A oferta depende da avaliação de risco e da disponibilidade de doses enviadas aos estados.

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Situação em Rondônia

 

O estado confirmou nesta quarta-feira (25) mais dois casos de Mpox: uma mulher de 28 anos e uma criança de 8 anos, ambos em Porto Velho. Com isso, soma oito diagnósticos: cinco homens entre 20 e 35 anos, uma adolescente de 16 anos e as duas novas pacientes.

Todos os pacientes receberam avaliação clínica, estão em isolamento e seguem monitorados pelas autoridades de saúde.

Quem pode tomar a vacina contra Mpox?

 

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina pode ser usada em duas situações:

  • Profilaxia pós-exposição (PEP): para pessoas que tiveram contato direto com caso confirmado, especialmente em situações íntimas, domiciliares ou ocupacionais sem proteção adequada.
  • Profilaxia pré-exposição (PrEP): para grupos com maior risco epidemiológico, como:
  • profissionais de saúde que atuam diretamente com casos suspeitos ou confirmados;
  • trabalhadores de laboratório que manipulam Orthopoxvirus;
  • pessoas vivendo com HIV com imunossupressão significativa, mediante avaliação clínica;
  • pessoas em contextos de maior vulnerabilidade à exposição.

 

A Agevisa reforça que pessoas com sintomas ou que tiveram contato com casos confirmados devem procurar orientação nas unidades de saúde. A estratégia envolve o Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a Agevisa e secretarias municipais.

Além da vacinação para grupos prioritários, especialistas reforçam cuidados básicos para evitar a transmissão da Mpox:

  • Lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
  • Isolar-se imediatamente em caso de suspeita ou confirmação da doença, até a cicatrização total das lesões;
  • Não compartilhar rupas, toalhas, lençóis, talheres ou copos;
  • Usar máscara ao se aproximar de pessoas doentes;
  • Higienizar superfícies e objetos contaminados;
  • Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele.
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