“A operação foi uma mensagem clara ao regime de Assad, à Rússia e ao Irã, que o apoiam. Mostrou que a opinião internacional não pode ficar sem voz”, disse Stoltenberg em entrevista à emissora turca NTV.
O chefe da Aliança Atlântica, que hoje visita Ancara, acrescentou que o lançamento de mísseis na madrugada de sábado (14) “reduziu a capacidade de usar armas químicas e a probabilidade de que isso ocorra no futuro”.
Stoltenberg lembrou que “as Nações Unidas fizeram esforços para uma investigação independente das armas químicas [na Síria], e que a Rússia impediu”.
Sobre a reunião com o ministro de Defesa da Turquia, Nurettin Canikli, mantida hoje, Stoltenberg limitou-se a dizer que a Otan “segue trabalhando” com a Turquia.
Ainda hoje, o secretário-geral da Otan será recebido pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.
Segundo os comunicados oficiais, a visita do Stoltenberg faz parte dos preparativos para a cúpula da Otan em Bruxelas, em julho.




















