segunda-feira, março 16, 2026
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Polícia tenta prender chefe de quadrilha que matou dois PM’s em fazenda de RO

Gedeon José Duque, conhecido como Índio, já é considerado foragido da Justiça. No dia 3 de outubro, dois PM's foram mortos a tiros em uma emboscada no distrito de Nova Mutum Paraná.

A polícia de Rondônia está fazendo buscas pelo homem apontado como o chefe da quadrilha de grileiros que matou dois PM’s em uma fazenda de Porto Velho. Gedeon José Duque, conhecido como Índio, já é considerado foragido da Justiça.

Segundo investigação feita pela Polícia Civil, Gedeon é o principal suspeito de chefiar uma quadrilha que atua na grilagem de terra em Rondônia.

Gedeon e os grileiros fazem parte de uma organização criminosa que realiza diversos crimes na zona rural de Porto Velho, com treinamento e armamento de guerra utilizando fuzis e metralhadoras para prática de homicídios, torturas, incêndios e roubos.

Durante a operação Ordo, realizada no último fim de semana no distrito de Nova Mutum Paraná, as forças de segurança de Rondônia prenderam cinco suspeitos e dezenas de armas, munições e rádios de comunicação usados pela quadrilha.

Porém, segundo a Polícia Civil, o chefe da quadrilha não foi localizado e já é considerado foragido da Justiça.

Quem tiver informações sobre o paradeiro de Gedeon pode denunciar pelo telefone, anonimamente, através do 190 da PM e 197 da Polícia Civil. O suspeito, no ano de 2015, chegou a ser condenado a 15 anos de prisão por homicídio.

MORTE DE PM’S

No último dia 3 de outubro, o tenente da reserva José Figueiredo sobrinho pescava com amigos em uma propriedade rural quando foi identificado, torturado e morto por um grupo armado. Uma testemunha disse que os criminosos cometeram o crime após constatar que a vítima era militar.

A PM foi chamada e ao chegar na localidade para retirar o corpo de Figueiredo, houve um ataque por parte dos criminosos e o sargento Márcio Rodrigues da Silva foi alvejado e morto.

Por conta da intensidade do ataque, os policiais precisaram recuar e os corpos das vítimas só foram retirados em uma operação no domingo (4). Outros quatro militares ficaram feridos no ataque em que o sargento foi morto. Um deles segue internado na UTI.

Durante a operação do fim de semana, segundo a polícia, cerca de 300 invasores foram retirados da região da fazenda onde ocorreu o crime.

 

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