quinta-feira, abril 2, 2026
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Exótica, rambutan é cada vez mais apreciada pelos rondonienses e acreanos

Rambutan é uma fruta exótica que tem pouquíssimo cultivo no Acre mas é cada ve mais fácil encontrá-la nos mercados do Acre: agricultores de Porto Velho, Extrema e Nova Califórnia, em Rondônia, tem há anos áreas consideráveis da fruta e boa parte é comercializada em Rio Branco. “Aqui vende bastante. Chega num dia e no outro já temos comercializado tudo”, disse a feirante que se identificou como Laura. “Um amigo de Porto Velho traz pra vender aqui”, completou.

Bem avermelhada, de sabor doce e levemente ácido, com um gosto maravilhoso, docinho, e parecido também com a pitomba, parece também o urucu, a fruta contém muitas propriedades e benefícios para a saúde, sendo utilizado em alguns países como Indonésia e Malásia há alguns anos como um tratamento alternativo para os casos de hipertensão e de diabetes. O Rambutan apresenta uma grande importância na alimentação, fruta rica em proteínas e hidratos de carbono, que evitam o inchaço do organismo e aumentam as energias.

O conteúdo carboidratos e proteínas de rambutan ajuda a aumentar a energia e evitar o inchaço. Rambutan também é rica em água, o que ajuda a recuperar a energia perdida e sacia a sede. A vitamina C na rambuteira ajuda na absorção de minerais, ferro e cobre. Ele também protege o corpo de ficar danificado por radicais livres,entre outros benefícios.

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Em Porto Velho, um único sítio produz cerca 400 quilos semanais no período de safra, que são comercializados nas feiras livres da capital, mas a tendência é de crescimento, o rambutan é adequado ao consumo natural, mas serve também para fazer sucos e geleias e até consumido em saladas, já que o valor nutricional é enorme, e quando a frutinha está bem vermelhinha é hora de saborear. “Compro sempre que tem”, disse dona Lucia Martins, frequentadora do Mercado Elias Mansour, no Centro de Rio Branco. Ela pagou R$5 em uma porção. Sem produção local significativa e com preço ainda salgado, a rambutan vai se firmando no gosto dos acreanos.

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