segunda-feira, março 30, 2026
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Prefeitura desmente notícia falsa sobre cancelamento das OSS

Em nenhum momento TCE fala em cancelamento, mas em suspensão

Em repúdio as notícias distorcidas veiculadas na mídia da capital nesta quinta, 16, e sexta, 17, com o intuito de causar desinformação e denegrir a imagem do prefeito Hildon Chaves sobre o ato da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de tornar sem efeito a portaria que criou uma comissão interna para planejar a implantação da Organização Social de Saúde (OSS), e também por acatar as recomendações dos órgãos controladores, a Semusa esclarece que:

1º – O Ministério Público do Estado (MP-RO), Ministério Público do Trabalho/Procuradoria da República do Trabalho – 14ª Região (MPT/PRT14, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Contas do Estado (MPCE) encaminharam à Prefeitura de Porto Velho uma série de recomendações que devem ser seguidas antes da contratação de um serviço de uma Organização Social, entre eles: planejamento de como serão aproveitados os recursos humanos e os valores que serão gastos, bem como o procedimento de qualificação da entidade, que deve ocorrer de forma pública e o sistema de tecnologia da informação a ser utilizado, que deverá ser compatível com o sistema já em vigência no município, dentre outros.

2º – Por considerar as recomendações importantes e trabalhar com aval destes referidos órgãos, a Prefeitura, através da Semusa, decidiu tornar sem efeito a portaria da comissão interna até que as adequações sugeridas pelos órgãos sejam devidamente implementadas.

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3º – O ato de tornar sem efeito a portaria da comissão interna, criada pelo ex-secretário de Saúde, Orlando Ramires, para planejar aimplantação das OSS, se deu por conta da mudança de titular da pasta e de profissionais que integravam a referida comissão, que não faziam mais parte do quadro da secretaria.

4º – Portanto, continua em vigor a lei criada pela Câmara Municipal, e sancionada pelo prefeito Hildon Chaves, que qualifica e legaliza as empresas sem fins lucrativos para gerir unidades públicas de saúde da capital.

5º – Dessa forma, são inverídicas as informações veiculadas na mídia de que as RECOMENDAÇÕES desses órgãos fiscalizadoresproíbem a implantação das organizações sociais.

6º – É falsa também a informação de o projeto de implantação da OSS foi cancelado. O projeto, foi apenas suspenso para adequações, assim como afirma matéria publicada pelo site do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO).

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