segunda-feira, outubro 12, 2026
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Anitta mostra férias no Egito e alerta para lixo nos Lagos de Sal de Siwa

A artista brasileira partilhou registos num oásis natural, mas aproveitou a visibilidade para denunciar a acumulação de resíduos plásticos.

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A cantora Anitta, de 33 anos, aproveitou o seu período de descanso no Egito para lançar um alerta sobre a preservação ambiental. Durante um passeio pelos conhecidos Lagos de Sal de Siwa, um oásis natural no deserto, a artista brasileira partilhou imagens a desfrutar das águas termais e, de seguida, denunciou a acumulação de resíduos e lixo às margens do local.

“Ser humano vs Natureza”, escreveu a cantora numa publicação temporária na rede social Instagram, onde exibiu garrafas plásticas e outros detritos deixados na areia e nas formações salinas. Nos restantes registos da viagem, Anitta surge a aproveitar a paisagem natural de biquíni branco. A sua passagem pelo Egito ocorre após uma temporada de compromissos profissionais e de lazer na Europa, que incluiu a participação na Semana da Moda de Paris — onde desfilou ao lado de figuras como Bella Campos, Taís Araujo e Liniker — e uma estadia na Itália com a mãe, Miriam Macedo.

Sucesso de bilheteira

Paralelamente às férias, a cantora continua a colher os frutos do seu trabalho no Brasil. Recentemente, Anitta anunciou que os bilhetes para uma das apresentações do projeto “Ensaios da Anitta”, agendada para janeiro no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, esgotaram em apenas dez horas. Nas redes sociais, a artista confessou-se emocionada e grata pelo feito, revelando que a fila de espera virtual para a compra de ingressos chegou a registar cerca de 80 mil pessoas interessadas.

O desafio do lixo e o turismo em Rondônia

A denúncia feita por Anitta num dos destinos mais isolados do mundo ecoa de forma muito direta na realidade vivida em Rondônia. O estado, rico em belezas naturais, balneários, cachoeiras e margens de rios — como o imponente rio Madeira e o Guaporé —, atrai milhares de visitantes locais e turistas ao longo do ano, mas enfrenta o mesmo desafio crónico da falta de conscientização ambiental. A acumulação de resíduos plásticos, latas e garrafas deixados por banhistas é uma problemática constante que afeta a biodiversidade local e desvaloriza o potencial turístico da região. O desabafo da artista serve de reflexão para a necessidade urgente de políticas de preservação e de uma postura mais responsável por parte dos frequentadores de áreas de lazer natural no interior rondoniense, mostrando que a degradação ambiental é um problema global que exige ações locais.

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