A Polícia Militar de São Paulo registrou sete ocorrências e prendeu cinco pessoas até o meio-dia deste domingo (25), durante a votação do segundo turno das eleições. Os casos mobilizaram as equipes de segurança na capital paulista e também nas cidades de São Caetano do Sul, Osasco, Marília e Guarantã.
A principal causa das prisões foi o descumprimento do sigilo do voto. Em três seções eleitorais diferentes, eleitores foram flagrados por mesários tentando fotografar a urna eletrônica com o celular. As imagens precisaram ser apagadas e os envolvidos foram levados à delegacia. Além das fotos ilegais, a polícia foi chamada em Marília para resolver um caso de desacato contra um trabalhador voluntário da eleição. Um grande esquema de segurança foi montado no estado para proteger as escolas e garantir a escolta das urnas até a apuração final.
O rigor das regras eleitorais em Rondônia
O cenário de prisões visto em São Paulo serve de alerta para os eleitores de Rondônia. A proibição do uso de celulares, câmeras ou qualquer equipamento eletrônico dentro da cabine de votação é uma regra nacional, rigorosamente fiscalizada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO).
Em Porto Velho e nos municípios do interior, como Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, a Polícia Militar rondoniense também monta operações especiais nas portas das escolas. Tentar filmar ou fotografar o voto não é apenas uma infração leve, mas sim um crime eleitoral grave. A orientação das autoridades é deixar o celular com o mesário ou guardado no bolso, garantindo que o direito ao voto seja exercido de forma rápida, segura e totalmente secreta.

















