O candidato Coronel Marcos Rocha (PSL), que disputa o governo de Rondônia, foi entrevistado ao vivo pelo G1na tarde de quinta-feira (13). Ao editor do G1, Jonatas Boni, e à apresentadora Yonara Werri, Marcos Rocha disse ser contra o debate da ideologia de gêneros nas escolas e prometeu investir na segurança pública do estado.
Marcos Rocha (PSL) esteve no estúdio em Porto Velho e conversou com os jornalistas por 15 minutos. O candidato tem como vice Zé Jodan (PSL).
Ao ser questionado sobre o debate de ideologia de gênero em escolas de Rondônia, o candidato afirmou ser contra a discussão da ideologia nas escolas de Rondônia. Segundo ele, a discussão sobre o assunto com crianças é “forçar a barra”.
“A pessoa quando adulta ela pode decidir o que ela deseja pra sua vida. Se ela quiser partir para a questão da homoafetividade ou não. Agora você querer forçar a barra, introduzir isso na escola, fazer com que a criança desde a sua idade de crescimento, de aprendizado, ela venha querer aceitar que isso é bom e entender que isso é bom pra ela, eu sou contra isso”, afirma.
Ainda segundo o Coronel Marcos Rocha, a questão de gênero deve ser trabalhada em casa.”Pra mim a questão da educação em relação a sexualidade e outros assuntos devem ser tratados em casa. A escola tem que dar conhecimento, falar dos assuntos. Matemática, língua portuguesa, história, geografia e etc. A questão da sexualidade, não”, disse.
Durante a entrevista, o Coronel Marcos Rocha foi questionado sobre a atuação de Teixeirão enquanto governou Rondônia. “Todos os governos militares deram certo sim, tanto que todos gostam quando fala do Teixeirão. A gente não vê ninguém falando mal do Teixeirão”, aponta o candidato.
Segurança Pública
Caso seja eleito governador, Marcos Rocha afirmou que pretende fazer vários investimentos e melhorias na segurança pública do estado. Entre as propostas, o investimento em tecnologia e a intensificação do uso de câmeras de monitoramento nas ruas.
“Além da colocação de policiais, que a gente sabe que poderia vir uma pergunta depois: mas como contratar se a gente está no limite prudencial? Então a gente tem que partir para outras técnicas. Quais são essas técnicas? Câmeras, monitoramento. Fazer com que a própria população informe. A gente tem que ter um canal mais direto, que funcione de forma mais adequada pra toda nossa sociedade”, ressalta.
Aos jornalistas, o candidato ainda falou que é contra a criação de novas unidades de conservação no estado e ressaltou o motivo:
“O que é melhor? A gente dar condições de sobrevivência ao ser humano ou a gente criar tantas reservas que a gente não vai ter como promover a alimentação e o trabalho destas pessoas? A gente quer mesmo o crescimento de Rondônia ou é uma falácia? A gente pode combater o desmatamento em massa, a gente pode combater a deterioração do nosso meio ambiente e permitir que o homem trabalhe, desde que haja capacitação adequada para isso”, sugere.


















