Força Tática prende bandidos que espancaram casal na frente de neto

O fato aconteceu na manhã de terça-feira 29

De acordo com  informações  os dois suspeitos que espancaram um casal no final da manhã de terça-feira, 29, na frente do neto de apenas três anos, no Bairro Bela Vista, em Vilhena, foram presos pela Força Tática cerca de 45 minutos após o crime, em um conjunto de apartamentos na Avenida 1814, localizado no mesmo bairro onde cometeram o crime.

Segundo informações, com os infratores foram apreendidos um revólver calibre 38, uma espingarda, vários relógios, joias, aparelhos celulares, televisores e notebooks, tabletes, todos oriundos de furtos e roubos cometidos em Vilhena.

De pronto, os infratores foram reconhecidos pelo casal e afirmaram que são de Porto Velho e estão na cidade há apenas uma semana, onde passaram uma noite em um hotel e depois alugaram o referido apartamento, praticando os crimes pelo próprio bairro, devido terem apenas uma bicicleta para se locomoverem.

Um dos meliantes, afirmou ainda, que faz parte do comando vermelho e também veio para a cidade com a missão de matar integrantes do PCC, devido ter “aprontado” contra sua própria facção e querer “limpar sua barra”, realizando tal feito.

Também foi presa juntamente com os infratores, uma jovem, que veio com os mesmo de Porto Velho e ficava no apartamento dando suporte nos crimes e nos serviços domésticos. Um dos jovens é menor de idade.

Com relação a estarem procurando por um policial na casa das vítimas, a reportagem do site foi informada de que durante a ação, os infratores perguntaram para a mulher se morava algum policial no imóvel e a mesma ingenuamente respondeu que sim, acreditando que diante de tal informação os mesmos desistiriam do crime e iriam embora, porém, os infratores começaram a agredi-la e pedir pela arma do tal policial, momento este em que ela voltou atrás em suas legações, mas não surtiu efeito.

A reportagem do site também foi informada de que o menor pediu para que ambos fossem embora após a mulher afirmar que seu genro era policial, mas o maior, que afirmou ser do comando vermelho se negou, chegando a por a arma na cabeça da criança.