Acusados de assassinato são presos na Operação Queima de Arquivo

O nome da operação é relacionado à suspeita da polícia de que Gabriel foi morto como “queima de arquivo, a mando de ex-parceiros de crime em Rondônia"

Os três ji-paranaense acusados de matar Gabriel Vitor da Silva Moraes, 24, no dia 29 de abril deste ano em Dourados, foram abordados e fotografados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) quando voltavam para Rondônia.

Na manhã de ontem (20), suspeitos, foram presos em Ji-Paraná no âmbito da Operação Queima de Arquivo, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul com apoio da PRF em MS, PRF e PC de Rondônia.

O nome da operação é relacionado à suspeita da polícia de que Gabriel foi morto como “queima de arquivo, a mando de ex-parceiros de crime em Rondônia, de onde o rapaz tinha vindo menos de dois meses antes de ser assassinado.

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No dia anterior ao crime, os três pistoleiros rondonienses voltaram para Dourados, assassinaram Gabriel na oficina e depois abandonaram o Onix na área central da cidade. O carro é um “dublê”, ou seja placas de outro modelo idêntico.

Bandidos perigosos – Os dados foram compartilhados com a Polícia Civil e a PRF em Rondônia, que iniciaram trabalhos de inteligência para localizar os suspeitos. Segundo a polícia douradense, tratam-se de criminosos perigosos e conhecidos na região, investigados por tráfico e homicídio.

Conforme o delegado do SIG, os levantamentos duraram cerca de 20 dias, tendo em vista que os criminosos mudavam de endereços para não serem localizados. Além disso, tinham vários imóveis em seus nomes, casas não habitadas por ninguém, justamente para dificultar a localização.

De posse dos mandados de prisão e de busca e apreensão expedidos pelo juiz Deyvis Ecco, da 3ª Vara Criminal de Dourados, policiais douradenses, com apoio de equipes de Rondônia, deflagraram a operação na manhã de hoje e prenderam os três suspeitos.

Durante as buscas, foram apreendidos veículos, armas de fogo e celulares, além de valores em dinheiro vivo. As investigações continuam. Os pistoleiros ficarão presos em Rondônia.