O que por décadas ficou no campo das promessas agora começa a virar realidade em Porto Velho. O Hospital Municipal inicia suas atividades neste mês de setembro com a missão de enfrentar um dos principais gargalos da saúde pública: a fila por cirurgias eletivas. A unidade tem a previsão de atender a cerca de 10 mil pessoas no primeiro ano e de realizar 19.706 procedimentos médicos.
Fim da espera por cirurgias e exames
Mais do que uma nova estrutura de saúde, o hospital representa a entrada direta do município em uma área que historicamente ficou marcada pela demora para quem precisava de atendimento especializado e de intervenções cirúrgicas. A expectativa é de que a unidade passe a atuar diretamente na redução das filas de cirurgias eletivas, oferecendo atendimento em diversas especialidades médicas, como oftalmologia, ortopedia e cardiologia.
Também estão previstos exames de raio-X, eletrocardiograma, tomografia, ultrassom e outros procedimentos laboratoriais, ampliando de forma expressiva a capacidade de diagnóstico e atendimento à população.
Marco inédito e gestão compartilhada
A nova estrutura coloca Porto Velho diante de uma realidade inédita: pela primeira vez, a prefeitura terá uma unidade hospitalar própria voltada, também, para o enfrentamento da demanda reprimida por procedimentos eletivos.
“Durante muito tempo, os porto-velhenses aguardaram uma entrega como essa, que irá agilizar as cirurgias eletivas e assegurar um atendimento médico de qualidade para quem tanto precisa. É cuidando da saúde da nossa população que iremos garantir um futuro de qualidade”, afirmou o prefeito Léo Moraes.
O Hospital Municipal contará com a gestão hospitalar dividida entre a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e o Ministério da Saúde, contando ainda com o suporte técnico da AgSUS.
















