Mulheres realizam marcha contra violência doméstica em Rondônia

Marcha contra a violência doméstica é realizada em Porto Velho (Foto: Hosana Morais/G1)

Passeata foi realizada em Porto Velho na manhã deste sábado (18).
Caravanas com mulheres do interior estiveram presentes no evento.

Mulheres de Rondônia realizaram uma marcha contra a violência doméstica neste sábado (18), em Porto Velho. De acordo com a presidente do Conselho Estadual do Direito da Mulher (CDM), Raquel Silva, a concentração iniciou às 7h e a passeata às 9h40. Segundo a Polícia Militar, cerca de 100 mulheres participaram do movimento. A organização não soube dizer quantas pessoas estiveram presente no ato.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A marcha faz parte do Encontro Estadual das Mulheres em Ação, realizado pela primeira vez em Rondônia, segundo Raquel. Mulheres da capital e de cidades do interior do estado participaram da manifestação. O percurso da marcha teve início na Avenida Tiradentes, seguiu até a Avenida Rio Madeira e foi finalizado na Avenida Calama, no Parque da cidade.

Conforme a presidente do conselho, a programação do encontro segue depois da marcha no Parque da Cidade. “No local, a população receberá atendimento médico, poderá emitir documentos, entre outros atendimentos. À noite, shows com bandas gospel serão realizados para encerrar o dia, lembrando que a entrada é gratuita”, explicou Raquel.

Marcha contra a violência doméstica é realizada em Porto Velho (Foto: Hosana Morais/G1)Cerca de 100 mulheres participaram do ato contra a violência doméstica  (Foto: Hosana Morais/G1)

Mesmo morando em Vilhena (RO), a professora Diniz de Melo veio à capital para participar da marcha.”Hoje é a nossa primeira marcha das mulheres, onde estamos reivindicando nossos direitos e pedindo o fim da violência contra a mulher. É muito importante que esse evento se repita e que as mulheres que sofrem denunciem essa situação”, disse Diniz.

O evento é organizado pelo Conselho Estadual do Direito da Mulher (CDM), igrejas católicas e evangélicas, com apoio de associações, sindicatos e o poder público municipal e estadual. “Precisamos erradicar a violência contra as mulheres e precisamos do apoio da família para que isso aconteça”, enfatizou Raquel.

Fonte: G1