Bebê morre ao ter partes íntimas dilaceradas enquanto mãe dormia

A bebê ainda foi levada para a UPA, mas já estava morta

O crime que chocou a população rondoniense aconteceu nesta sexta-feira (13) em uma residência localizada na Rua Geraldo Pataxó, bairro Lagoinha, região Leste de Porto Velho (RO).

Uma bebê de oito meses morreu ao ter as partes íntimas dilaceradas por um criminoso ainda não identificado. A mãe da bebê disse que hoje às 8h da manhã amamentou a criança, que em seguida dormiu.

A mãe então relata que deixou a menina dormindo em uma cama ao lado da irmã de três anos. A mulher afirma que também acabou pegando no sono.

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Já após o meio dia, a mãe disse para a polícia que ao acordar viu a filha toda ensanguentada nas partes íntimas e desesperada saiu correndo para a residência da frente onde o pai da criança estaria fazendo almoço. Nisso, um tio da bebê também já estava local.

A bebê ainda foi socorrida para a UPA, mas segundo a equipe médica de plantão, ela já estava morta. Os policiais questionaram o pai da criança e ele afirma que não viu quem teria cometido tal monstruosidade, pois estava na residência da frente. A ocorrência será registrada na Delegacia de Crimes Contra a Vida (DECCV) para a Polícia Civil investigar.

Uma equipe da Patrulha Condominial do 5° Batalhão, sob o comando do sargento da Polícia Militar, Marques, após ouvir todas as versões sobre a morte da bebê de oito meses que teve as partes íntimas dilaceradas e morreu nesta sexta-feira (13) em uma residência na Rua Geraldo Pataxó, região Leste de Porto Velho (RO), decidiu conduzir para a Central de Flagrantes, o pai, a mãe e o tio da vítima.

A princípio por falta de provas eles seriam liberados e a ocorrência registrada na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV).

O sargento Marques contou em entrevista que o médico de plantão na UPA teria afirmado que apesar das partes íntimas da bebê estarem dilaceradas, a causa da morte provavelmente foi por asfixia. Ou seja, no momento do crime, o estuprador tampou a boca e nariz da bebê para que não fossem ouvidos choros.

Confira entrevista completa com policial militar: